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Semana pedagógica aborda inclusão de alunos com necessidades especiais no ensino modular

Por: Caroline Mesquita - 05/02/2018 - 15:59

Foto: Erich Macias

De 5 a 9 de fevereiro, professores e gestores escolares que atuam no ensino modular da rede estadual participam da Semana Pedagógica. O objetivo é promover a reflexão, tomada de decisões e planejamento das ações pedagógicas para o ano letivo de 2018. Este ano, o encontro aborda sobre o processo de inclusão de alunos com necessidades especiais.

A abertura do evento ocorreu na manhã desta segunda-feira, 5, no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e é realizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seed). O público contou com a palestra “Professor, motivação e aprendizagem: uma conversa entre palavras”, ministrada por Almir Nunes.

De acordo com a gerente do Núcleo de Ensino Fundamental e Educação Infantil, Nazaré Façanha, a Semana Pedagógica é uma oportunidade de troca de experiências e formação, que juntas somam na qualidade pedagógica do método de ensino e promovem práticas de atuação positivas na área.

“Devido à distância, professores do ensino modular não têm tantas oportunidades de adquirir formação continuada, principalmente ao atender alunos com necessidades especiais nas diversas escolas e comunidades da zona rural. Vamos fornecer oficinas para discutir necessidades e novas práticas, que visam à melhoria do processo de ensino aprendizagem”, comentou Façanha.

Na programação da Semana Pedagógica haverá palestras, oficinas e orientações gerais sobre procedimentos administrativos, normas e legislação. No dia 7 de fevereiro, vai acontecer o sorteio para designação dos professores a seus respectivos colégios. O sorteio ocorrerá no Centro Cultural Franco Amapaense, localizado na Avenida General Gurjão, 32, bairro Central.

Ensino Modular

Ofertado pela Seed em 560 comunidades, abrangendo 15 municípios do Amapá, incluindo as áreas indígenas. No total, são 339 professores do Ensino Fundamental II e 135 do Ensino Médio que trabalham nesta modalidade, dividida em quatro módulos, com 50 dias letivos cada, para melhor atender crianças, jovens e adultos que vivem em comunidades mais afastadas da capital.